PROIBIÇÃO DE CANUDOS PLÁSTICOS EM RIO GRANDE.

Atualizado: 14 de Fev de 2019

A Lei entra em vigor nesta Sexta-Feira (18/01). Canudinhos de papel biodegradável ou copos são opções para comerciantes e ambulantes. Lei foi aprovada no ano passado e prevê multa de cerca de R$ 300 em caso de descumprimento. Imbé já tem legislação parecida em vigor desde dezembro.



A lei que proíbe a distribuição de canudos plásticos por bares, lanchonetes e ambulantes na beira da praia em Rio Grande, na Região Sul do estado, entra em vigor nessa sexta-feira (18). Os comerciantes, porém, já estão adotando as novas alternativas menos poluentes, como canudo biodegradável e copos.


O Projeto de Lei é de autoria da Vereadora Denise Marques e foi aprovado em setembro. "Nós somos uma cidade muito bonita, turística, temos aqui um ecossistema lindo e nós pensamos em trabalhar essa conscientização, porque mais importante do que punir é que a sociedade esteja consciente do seu papel, porque o lixo é responsabilidade de cada um", explica ela.



Canudos de metal, vidro ou outros materiais duráveis também estão liberados, de acordo com a legislação de Rio Grande (Foto: Reprodução/RBS TV).

Fiscalização da prefeitura


A lei será fiscalizada pela prefeitura. A nova regra proíbe o uso e o fornecimento de canudos plásticos aos clientes de restaurantes, lanchonetes, bares e similares, trailers de praia e vendedores ambulantes. A lei não prevê, no entanto, a proibição da venda nos supermercados, por exemplo. Os consumidores ainda podem usar outras opções, como o canudo de vidro e o de metal.


Em caso de descumprimento, é prevista multa de R$ 341. Se repetir a infração, vai pagar dobrado. A partir da terceira reincidência, o vendedor pode perder o alvará.

A maiori preocupação é com a praia do Cassino. O canudo, de acordo com estudos da ONU, é o 7º item mais coletado entre o lixo jogado ao mar.


Os animais também sofrem com os canudinhos que vão parar na natureza. Em cinco anos, o Centro de Recuperação de Animais Marinhos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) tratou de 218 tartarugas. Das que morreram, 75% tinham lixo no organismo.



Além de Rio Grande, Imbé também já tem lei em vigor proibindo canudinhos plásticos (Foto: Reprodução/RBS TV).

Fonte: Portal G1


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