PREFEITO DE SÃO PAULO, BRUNO COVAS, TEM AGENDA NEGADA PELO ELO SOCIAL.


Nesta manhã do dia 19 de setembro de 2019, a chefia de gabinete do prefeito da Capital de São Paulo pleiteou uma agenda com a presidência do Elo Social, cuja frente está Jomateleno dos Santos Teixeira.

A data por ele pretendida era dia 24 de setembro, porém, o local seria a secretaria responsável pelo sistema de coleta de lixo, onde o Projeto “Lixo Zero Social 10” já foi apresentado mais de 4 vezes nos últimos 5 anos e de lá saímos como um “saco de fumaça peneirado”. Por isso o gabinete recebeu um sonoro “NÃO” por parte do presidente.

Esclarecemos com todas as letras que se o prefeito quiser saber mais sobre o nosso projeto terá que nos atender em agenda oficial, pessoalmente e ainda convocar não só o secretario responsável pelo lixo como também o responsável pela saúde e pelo meio ambiente, caso contrário, não teremos tempo a perder com reuniões evasivas e protelatórias que temos máxima certeza também seria essa.

Encerramos o assunto pedindo o cancelamento da eventual audiência do dia 24/09/2019. Assuntos com prefeitos não são mais importantes para nós. Eles nada têm a nos oferecer além de “papo furado” e promessas evasivas.

Quem tem que conversar com os prefeitos são os membros do Ministério Público, eles é que devem ter bastante assunto a falar sobre os problemas. Nós não fazemos parte do problema e sim da solução que eles insistem em fingir que não enxergam.



Foi dito também em auto e bom tom que estamos implantando nosso projeto na Capital de São Paulo assim como em todos os estados do Brasil, independente do apoio ou não de prefeitos, que como dito, não tem nada a oferecer.

As irregularidades da Prefeitura da Capital de São Paulo já entraram no radar do Ministério Público do Estado de São Paulo. A Promotoria do Patrimônio Público vai investigar se houve improbidade administrativa na parceria firmada pela Prefeitura de São Paulo com a Green. O EL PAÍS apurou que o promotor Christiano Jorge Santos foi designado para a investigação.

Pelas regras apresentadas no site para o cadastro digital, qualquer empresa, do microempreendedor que trabalha como ambulante aos gigantes do mercado financeiro, precisa se cadastrar no site www.ctre.com.br, administrado e controlado pela Green Platforms, para que não esteja sujeito a sofrer multa. Questionada pelo EL PAÍS sobre a ilegalidade apontada por especialistas pelo fato de o cadastro ser apresentado como obrigatório, a Prefeitura de São Paulo afirmou em nota que só vai multar os grandes produtores que não se cadastrarem.

O prazo para o novo cadastro terminava na última segunda-feira, mas, diante de reclamações, a Prefeitura ampliou o prazo para até 31 de outubro. Entre as informações solicitadas pelo cadastro estão a cópia do cartão CNPJ da empresa, o número do IPTU e a cópia do IPTU, a área construída do imóvel, o número de funcionários e dados da geração de lixo diária. A Prefeitura afirma que, com os dados, pretende reduzir gastos com a coleta pública na capital paulista, pois não tem obrigação legal de coletar resíduos de grandes produtores de lixo, isto é, de empresas que produzem mais de 200 litros de resíduos por dia.

SAIBA MAIS A RESPEITO DO PROJETO NA CAPITAL DE SÃO PAULO VISITANDO O SITE ESTADUAL:

https://www.elosocialsp.org/

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